{"tema_id":"1711","string":"medicina complementar","created":"2024-08-22 19:37:38","code":null,"notes":[{"@type":"Nota do catalogador","@lang":"pt-BR","@value":"O termo \"medicina complementar\" n\u00e3o deve ser utilizado isoladamente como termo do Vocabul\u00e1rio Controlado dos Estudos da Tradu\u00e7\u00e3o. Justifica-se essa decis\u00e3o porque \"medicina complementar\" \u00e9 um conceito amplo, relacionado a pr\u00e1ticas que atuam como complemento \u00e0 medicina convencional, sem uma conex\u00e3o direta e clara com as pr\u00e1ticas tradut\u00f3rias. Seu uso sem qualificadores pode gerar ambiguidades e comprometer a precis\u00e3o na indexa\u00e7\u00e3o.\nPara tornar o termo relevante no contexto dos Estudos da Tradu\u00e7\u00e3o, recomenda-se o uso de qualificadores que delimitem seu significado e aplica\u00e7\u00e3o. Exemplos incluem:\n\ntradu\u00e7\u00e3o de textos sobre medicina complementar (focando na tradu\u00e7\u00e3o de documentos ou estudos sobre pr\u00e1ticas complementares)\nterminologia de medicina complementar em tradu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica (delimitando o uso de termos espec\u00edficos da medicina complementar em tradu\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas)\nadapta\u00e7\u00e3o cultural em textos de medicina complementar (especificando o ajuste cultural de conceitos em tradu\u00e7\u00f5es sobre pr\u00e1ticas complementares de sa\u00fade)\n\nEsses qualificadores garantem maior clareza e especificidade, assegurando que o termo seja mais \u00fatil e preciso para os Estudos da Tradu\u00e7\u00e3o, evitando ambiguidades na indexa\u00e7\u00e3o e facilitando a recupera\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es relevantes. "},{"@type":"Nota bibliogr\u00e1fica","@lang":"pt-BR","@value":"TEIXEIRA, Luana Mara Almeida.\u00a0Pr\u00e1ticas integrativas e complementares: an\u00e1lise de corpora e gloss\u00e1rio bil\u00edngue portugu\u00eas\/ingl\u00eas para tradutores. 2017. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Estudos da Tradu\u00e7\u00e3o) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ci\u00eancias Humanas, Universidade de S\u00e3o Paulo, S\u00e3o Paulo, 2017. Dispon\u00edvel em: https:\/\/doi.org\/10.11606\/D.8.2018.tde-17072018-125455 "}]}