<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt-BR">leitura em tradução</dc:title><dc:identifier>http://nuestra.ufsc.br/vocab/xml.php?skosTema=2314</dc:identifier><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt-BR">Fernanda Christmann</dc:publisher><dcterms:created>2024-10-07 19:26:08</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">http://nuestra.ufsc.br/vocab/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt-BR">Estudos da Tradução</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>Refere-se à leitura enquanto prática constitutiva da atividade tradutória, concebida como um processo heurístico, analítico e interpretativo realizado pelo tradutor ao longo das etapas de pré-tradução, tradução e revisão. Envolve a ativação de conhecimentos prévios, formulação de hipóteses, seleção de estratégias e construção de sentido a partir de pistas linguísticas, textuais e contextuais. Segundo Silva (2020), a leitura, nesse contexto, não é apenas instrumental, mas uma instância de apropriação e reformulação do texto-fonte, situada na materialidade e na cultura. Pode englobar também aspectos paratextuais, visuais e editoriais relevantes para a decisão tradutória.</p>
<p>SILVA, Ana Elisa Alves da. <strong>A leitura como prática tradutória: estratégias de leitura em traduções comentadas de obras infantis</strong>. 2020.</p> ]]> </dc:description></metadata>